terça-feira, 11 de dezembro de 2012


 
 

•        Toxinas urinárias
       Texto de Mokiti Okada


•        Já me referi várias vezes à facilidade com que as toxinas hereditárias, os seja, as toxinas transmitidas de geração à geração, resultantes do uso excessivo de remédios e medicamentos, difíceis de serem eliminadas, tendem a se concentrar em lugar de alta concentração nervosa.

•        Quando faz esforço físico, o homem força a região dos quadris, o que provoca a acumulação de toxinas à altura dos rins. Uma prova disso é a alta incidência de problemas renais entre os praticantes de golfe.

•        As toxinas acumuladas pressionam os rins, atrofiando-os.  Se os rins normais conseguem eliminar, por exemplo, dez unidades de urina, os atrofiados eliminam nove, sendo que uma unidade permanece no organismo sem ser eliminada.

•        Essa unidade de urina retida constitui a toxina urinária, a qual tende a se acumular, da mesma forma que as toxinas medicinais e hereditárias, em locais de alta concentração nervosa, mas de acordo com a localização do corpo, tende a reunir-se na região dos rins e do abdômen, nos gânglios linfáticos da região das virilhas, no peritônio, nos ombros, no pescoço, etc. O maior acúmulo de toxinas no lado esquerdo ou direito depende do maior atrofiamento de um dos rins em relação ao outro.

•        A quantidade de resíduos das toxinas hereditárias, toxinas transmitidas de geração à geração, resultantes dos remédios consumidos, é limitada, e a das toxinas medicinais também se restringe ao uso dos medicamentos. As toxinas urinárias, porém, são produzidas, dia e noite, ininterruptamente, portanto, são as que causam maiores problemas.

 

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